domingo, 31 de janeiro de 2016

DANIEL DEFOE

Daniel Defoe 
Daniel Defoe nasceu em Londres, no ano de 1660, veio depois a falecer no ano de 1771 (71 anos), foi um escritor e jornalista inglês, famoso pelo seu livro Robinson Crusoé.
Defoe escreveu panfletos famosos. Para além disso, fundou e incrementou o jornal periódico ‘The Review quase sozinho.
Defoe é filho de Annei Defoe e James Defoe.
Algumas das suas obras mais conhecidas são:
The True-born Englishman;
The History of the Kentish Petition;
The Shortest Way with the Dissenters.


João Vale  nº10  6ºA

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O sonho


 Era uma vez no tempo em que os animais falavam, havia uma linda princesa aventureira.

Certo dia decidiu ir na sua carruagem para o alto mar.
 Mas havia um dilema.
Como uma princesa pode ir de carruagem para o alto mar? -pensou.
 Foi então que disse a um aldeão que por ali passava:
- Preciso que me ajudes, como vou eu para o alto mar?
-Excelentíssima majestade,como posso eu ajuda-la, sou só um aldeão?
-Mas acho que podia arranjar um barco - disse o camponês.
 A princesa assim o fez, comprou uma caravela e foi rumo ao futuro com o desenho de encontrar um prémio cujo o nome e o valor ninguém sabia, alguma pessoas até afirmam nem a princesa saber o que era, pois a princesa gostava do inesperado.
 A meio do caminho encontrou um contratempo, era um exercito mas não era um exercito qualquer, era um exercito de gaivotas.
 Esvoaçavam de um lado para o outro, até que a princesa não conseguia comandar o barco,
 De súbito apareceu uma espada mágica, que matava as gaivotas, uma a uma como se fosse um bandido que roubava silenciosamente.
 A nossa donzela ficou contentíssima com a sua visita, pois apesar de rica não tinha amigos. 
Todavia ambas se tornaram as melhores amigas, e como já dizia o provérbio: os verdadeiros amigos contam-se pelos dedos.
 Enfim, há rumores que a princesa nunca chegou a realizar o seu sonho, mas a verdade é que a sua amizade valeu mais do que qualquer tesouro....

Maria Sá ,número :16  ano:6A

Os melhores amigos

                           Os melhores amigos


Era uma vez, numa bela tarde de verão, um rapaz que passeava no jardim encantado e que pensava em ter vários amigos.
Certo dia, num dos seus passeios, encontrou um castelo que estava num local onde ele passara anteriormente. Esse dia estava bastante quente e nem as sombras das árvores do jardim, proporcionavam frescura e o rapaz sentia imenso calor.
 De repente apareceu- lhe uma bruxa, que toda simpática lhe ofereceu uma bebida fresca que era um veneno que transformou o rapaz num extraterrestre.
Entristecido o pobre rapaz foi até uma aldeia de mouros, mas todas as pessoas ficaram assustadas e fugiam à sua aproximação, apenas uma rapariga feiticeira, que conhecedora de magia negra, reparou que nele existia algo de estranho, percebendo ela que se tratava de magia negra.
Então a rapariga preparou e usou uma poção mágica, que deu a beber ao extraterrestre e que o transformou de novo num humano. O rapaz agradeceu-lhe.
Passado algum tempo o rapaz tornou-se cavaleiro de um castelo encantado. Teve de enfrentar vários perigos, entre os quais um derradeiro perigo que era uma múmia diabólica. A rapariga feiticeira ajudou-o nessa luta.
Em prova de agradecimento ele pediu-a em casamento. Houve uma grande festa, eles casaram e viveram felizes para sempre.

Catarina Sá  6ºA  Nº1

A VELHA E O TAPETE

                                                A VELHA E O TAPETE


     Em tempos que já lá vão,num planeta distante havia um caçador infeliz,todos troçavam dele,quando voltava da caça sem nada.
     O caçador ficava desanimado, mas tentava todos os dias. Até que decidiu partir num tapete voador há procura de concretizar o seu desejo.
     O caçador tinha como ambição alegria,o que todos os dias lhe faltava.
     Ele sentia-se sozinho e desorientado,até que apareceu uma velha no seu caminho ,e quando a viu assustou-se pensando que também se ia rir dele,mas a velha não o fez e quis ajudá-lo.Então foram os dois juntos,conversando um com o outro sobre a vida,mas o pobre caçador não quis falar muito sobre a dele preferiu escutar.
     A velha reparou no pobre caçador que continha lágrimas no rosto,pois deu para ver que a vida dele não era a melhor,mas a velha animou-o,com as suas brincadeiras, ainda tinha truques nas mangas o que o fez animar bastante.Voaram por cima de uma aldeia que estava a ser invadida por piratas,ao ver aquilo o caçador voltou à tristeza por ver semelhante coisa a ser destruída.Passado alguns segundos olharam um para o outro e pensaram em ajudar quem ainda pior estava: pensou o caçador.
     E foi assim que pararam sacou uma espada que trazia com ele e foi lutar.A velha que estava no meio da confusão,ficou desesperada porque o tinha perdido de vista.
     Pouco tempo depois apareceu o caçador aos ombros de algumas pessoas que naquela aldeia viviam.
     A velha ficou admirada ao ver aquilo e suspirou de alívio.
     O caçador disse: Minha velha amiga vamos voando por este mundo fora,ver quem de nós precisa.Porque já terminamos a nossa tarefa aqui.E foi assim que tudo começou e foi acontecendo...Por fim o caçador e a sua amiga eram chamados de heróis por toda a gente pois eles ajudavam fosse quem fosse que precisa-se de ajuda.
     Foi assim que o pobre caçador encontrou a verdadeira alegria por se sentir realizado na vida e fazer algo especial que o deixava muito feliz. «AJUDAR O PRÓXIMO»



                                                                                             João Pedro Pereira Sá nº9 6A

Os três aventureiros

 Era uma vez um príncipe, que  vivia alegremente no seu castelo.
Etretanto apareceu o seu rival a Múmia que sabia falar, atacando os habitantes da sua vila.
O príncipe para os salvar da doença tinha recuperar o remédio que estava no castelo da múmia, entao o príncipe foi com  seu  amigo e com o seu pássaro ao castelo da múmia.
 Os três aventureiros, já tinham passado semanas no castelo assombrado, escuro e frio.
Foi que então que os três aventureiros encontraram a múmia e começou a guerra.
 Passando algumas horas, a guerra ainda não tinha acabado, foi quando o príncipe deu um pontapé na múmia acabando de a derrotar.
 O príncipe consegue o remédio e vai para a sua vila curar os seus habitantes, depois de os curar a todos, fizeram uma festa para celebrar e viveram felizes para sempre.




Diogo Sousa nº5 6ºA

domingo, 24 de janeiro de 2016

A PRINCESA E O FANTASMA




          Num chuvoso dia de inverno, numa ilha no alto mar, vivia  uma princesa gentil e amorosa que desejava ter sabedoria.
              Um dia foi passear pela ilha até que encontrou um fantasma. A princesa fugiu para o seu comboio  voador. O fantasma foi atrás dela. Quando a encontrou perguntou-lhe porque é que fugiu e ela respondeu-lhe que tinha medo de fantasmas. O fantasma disse -lhe que não precisava  de ter medo. A princesa pensou até que teve uma ideia. A ideia dela foi que o fantasma fosse o seu ajudante. A princesa perguntou-lhe se queria ser o seu  ajudante e o fantasma aceitou. Para que o desejo dela se pudesse tornar realidade eles teriam que ir ao outro lado da ilha. No dia seguinte foram  no comboio voador até ao outro lado da ilha. Alguns minutos depois a princesa começou-se a sentir mal. O fantasma entrou no corpo da princesa para derrotar a bactéria. O fantasma demorou um dia a derrotar a bactéria. No dia seguinte a princesa já se sentia melhor. Os dois juntos continuaram até que chegaram ao outro lado do mundo. Um pouco mais tarde a princesa começou a saber tudo e agradeceu ao fantasma.
              A princesa viveu feliz com o fantasma.


Joel Santos nº 11 6º A
  

A chave secreta

  Há muitos e muitos anos, numa densa floresta muito escura havia um belo palácio de cristal, com um telhado de cristal, um chão de cristal que era muito escorregadio e as paredes eram de cristal, era tudo transparente, menos uma porta que se situava ao fundo do palácio. Essa porta era escura e misteriosa e para abri-la era preciso uma chave que consistia na combinação de palavras.
  Esse palácio foi descoberto por um marinheiro que naufragou no mar e foi arrastado por uma corrente marítima até uma ilha e como ele era muito curioso foi pela floresta densa e encontrou o palácio. Ele foi explorar o palácio e encontrou a porta misteriosa ao fundo do palácio e ficou com vontade de conhecer o que estava por trás dessa porta. Então foi procurar alguém que o pudesse ajudar. Encontrou uma velha e ela disse que quem o podia ajudar era um feiticeiro que vivia noutro planeta. Eles encaminharam-se numa nave espacial para um planeta chamado «Jaki».
  Quando chegaram a esse planeta encontraram o génio mau que se tentou apoderar deles, mentindo, dizendo que tinha tudo o que precisavam mas em troca tinham-no que levar ao palácio de cristal. No início eles pensaram que ele era o feiticeiro que procuravam, mas a velha como era mais experiente reconheceu que não era a pessoa que eles procuravam. Recusaram a ajuda do génio mau e continuaram à procura do feiticeiro. Depois de muito o procurarem encontraram-no num sítio longínquo. Quando disseram qual era o problema ele disse que talvez os pudesse ajudar, mas para isso tinha que ir ao palácio. Os três embarcaram na nave e regressaram ao planeta terra para tentar descobrir o mistério da porta. Quando chegaram ao palácio ele fez uma magia, pronunciou as palavras mágicas e assim a porta se abriu. Ele abriu a porta daquele lugar misterioso e encontraram: joias, ouro, diamantes, etc. O marinheiro repartiu a riqueza com a velha e o feiticeiro. Mais tarde o marinheiro apaixonou-se por uma princesa com quem casou e assim viveram felizes para sempre.
Fim!  



Luís Carmo, nº14, 6ºA